Diagnóstico patrimonial

Seu patrimônio já exige planejamento estruturado?

O questionário organiza sinais de atenção. Ele não indica automaticamente uma holding, não substitui documentos e não formula recomendação jurídica.

Diagnóstico orientativo

Responda pensando na realidade atual.

Revisado em 31/08/2026 · v2.0

Não informe nomes, documentos ou detalhes sensíveis. As próximas perguntas mudam conforme as respostas anteriores.

01Há bens ou participações relevantes em nome de mais de uma pessoa?
02As pessoas envolvidas têm necessidades e papéis semelhantes?
03A administração ou a renda depende de uma única pessoa?
04Existe empresa familiar e há regras para ingresso, voto, remuneração e saída?
05Qual é a relevância do aluguel ou de outra renda recorrente no conjunto?
06Existem ativos que exigem regras próprias?
07Já existem doações, testamento, usufruto ou reorganizações?
08Está claro quem decide, administra e mantém os fluxos em caso de incapacidade ou falecimento?

Leitura durante o percurso

Faltam 8 respostas.

O sistema ainda não formou uma síntese. As relações aparecem apenas quando existem variáveis suficientes.

Método

Antes do instrumento, a decisão.

Planejamento patrimonial e sucessório não começa pela escolha de uma holding familiar. Começa pela leitura conjunta das pessoas, dos bens, da renda, da governança e das situações de morte, incapacidade ou conflito que a estrutura precisa atravessar.

A ferramenta entrega uma triagem individualizada sem fingir substituir a análise documental. Seu limite não é uma retenção artificial de informação: é o ponto em que valores, documentos, relações e objetivos concretos passam a determinar a resposta.

Conteúdo revisado em 31/08/2026 · revisão futura diante de alteração normativa ou metodológica

Perguntas frequentes

O que o diagnóstico organiza — e o que ele não presume.

O diagnóstico recomenda automaticamente uma holding familiar?

Não. A ferramenta organiza relações entre patrimônio, titularidade, família, renda, continuidade, governança e instrumentos já existentes. Holding, doação, testamento, acordo ou outra estrutura só podem ser avaliados depois de compreender a decisão e seus documentos.

Que temas entram no diagnóstico patrimonial e sucessório?

A triagem observa concentração de bens e renda, diversidade de titulares, dependência de uma pessoa, composição familiar, empresa familiar, patrimônio no exterior, incapacidade, sucessão e coerência entre instrumentos formais e a prática.

O resultado é uma nota de risco?

Não. O resultado relaciona respostas, identifica dimensões estruturadas, pontos que merecem investigação, informações ausentes e uma pergunta de segundo nível. Não há score público ou porcentagem arbitrária.

Como recebo o resultado completo?

Depois da triagem, o mapa individualizado é enviado ao e-mail informado. Nome, e-mail e WhatsApp identificam o pedido, mas a autorização para contato por WhatsApp e o recebimento de análises editoriais são escolhas separadas e não ficam pré-marcadas.

O diagnóstico substitui análise jurídica, contábil ou tributária?

Não. Trata-se de análise preliminar baseada apenas nas respostas fornecidas. Documentos, valores, regime de bens, titularidade, histórico familiar, objetivos e consequências tributárias podem alterar a conclusão.